Aquela tranqüilidade
O balanço da rede
No domingo à tarde
Olhar o céu
Desenhar as nuvens
Ouvir o mar
A cumplicidade do olhar
As paredes e a ventania
No terraço descansar
Ver o sol ir
Estar em paz
Sentir a magia
De verdadeiramente
Estar feliz
Por sentir-se completo
Sabendo do amanhã
Que estaria por chegar
Trazendo suas distâncias,
Seus teoremas
Suas impossibilidades
Mas que seria vencido
Com grande facilidade
Afinal, éramos dois
Enquanto ele,
Invariavelmente,
Por mais que fizesse,
Seria sempre um.
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
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